Angel

…e ela nos deu tchau, tres vezes!

Tchau, tchau, tchau Clarinha!
Nó na garganta horrível!

Evandro

Aí vai, gente!

(Em sua homenagem, Clara… Saudades!)Um apartamento, um homem, uma carta fechada em cima da mesa.Amanhecera. Os olhos ainda fixos, pregados na face e direcionados a único ponto, permitiam entender aquele ar de cansaço profundo, de lentidão, a atestar a insone experiência, a extenuante condição da espera, da tibieza de quem se reservara para depois de tantas horas verificar se suficientes já as forças para realizar o comezinho abrir de uma carta, carta que chegara ao curso da tarde, como de costume lhe era entregue a correspondência pelo porteiro do edifício. Saído àquela hora do banho, permanecia desnudo, imóvel, a pensar confusamente sobre as chances do seu conteúdo. Estava quente o dia. Espremido de ansiedade, quedava manietado a vislumbrar o objeto recoberto por aquela camada tão rançosa de pensares turvos, mornos. Ouve então no apartamento vizinho som que chama sua atenção, de um noticiário local de televisão. Preocupa-se, pois algo tem que ser feito; daqui a pouco as pessoas vão chegar. O telefone fora desligado, mas sem dúvida alguém viria em seu encalço, seria procurado. O que teria acontecido com ele? Sorriu sem graça alguma e levantou-se. De pé, pôs-se a caminhar em direção à mesa. Tomou a carta em suas mãos, conferiu o endereçamento. Nada no envelope dava a menor notícia de quem lha remetera… Merda! Caminho sem volta; tudo estaria estampado ali, grafado com o ódio que temia consentir merecia receber do missivista. Mulher maldita! Que faria dele? Que faria ele de si. Fim de seu inferno: rasga o envelope num golpe só e, escancarado de coragem o peito, deita o olhar sequioso sobre a folha dobrada e sua face brilha e ele gargalha enlouquecido e bate-se contra a parede com aquele papel agarrado em suas mãos, trazido ao coração, à boca… Senta-se. Nada diz. Parece catatônico agora. A folha amarfanhada cai sobre a forração do assoalho. Em branco!!!

°Thay

Á Clara.

Á Clara.
A vida de fato é frágil…
é a fragilidade de uma criança recén nascida… a fragilidade dos sentimentos… das emoções…
É o despertar de todos nós … de quão importante é cada momento que vivemos.. cada segundo que respiramos.. cada pessoa que cativamos.. que amamos…
tudo que recebemos.. tudo que doamos..
é a eterna lembraça da Clara… dos textos.. dos risos… das frases..
são os verdadeiros sentimentos.. e pensamentos.. que nesse momentos.. nós.. desejamos… para Clara.. para a família.. principalmente para a filha.

Marcia Soleni

Então eu escutei a sua voztchau, tchau, tchau!!!você já vai??? Não.

Então Gilgamesh procurou por todos os lugares, enfrentando todos os perigos…não desejava a morte…seus ossos não sucumbiam….enfim ele se foi….mas por ironia do seu querer, imortalizado ficou nos registros de sua história.

A Clara, tal qual Gilgamesh, também lutou, talvez desconhendo o inimigo, talvez sem saber de sua potência..todavia, não era de hoje o seu lutar, nem apenas a sua luta presa ao corpo…ela foi até um breve… o breve que não sabemos calcular.

ela diz, novamente:

Tchau, tchau, tchau!

Repitamos:

Até breve, até breve, até breve!

Fernando

Madrugada.
Ele chega em casa sem ter certeza de o que lhe reserva o resto da vida. Ele duvida de tudo. Das coisas que lhe disseram, dos ensinamentos recebidos, do catequismo, da mãe. Duvida da vida. De Deus, até.
Olha para a casa, olha para as paredes, os móveis, as cores. Ela está em tudo. Na sua pele, nas lembranças, no dia a dia e nos filhos. No destino. Ela É a sua vida.
E agora? Como será o resto da vida sem ela? Triste. Cinza. Negro. Sem graça. Injusto.
Tanta gente ruim, tanta gente má, tanto bandido, ladrão, mau caráter. E quem se vai? Ela!
O apartamento está vazio. Os filhos, com a avó materna. Como dizer? Qual ser humano sabe como dizer a um filho que sua mãe não voltará? Que ela nunca voltará? Que sacanagem é essa?
Pais viajam, trabalham, se arriscam, passam dias ou semanas fora de casa. A mães nunca se ausentam. Acompanham alegrias e tristezas, provas boas e ruins, os pais? Às vezes me esqueço para que nós servimos…
Porque elas, Senhor?
Essa casa fechada… Triste… Essa casa sente a falta de sua alma.
Em cima da mesa, uma carta. Um envelope. Laboratório. E faz alguma diferença agora?
Indiferente à carta, ele senta e chora.

*&ominique


(Em sua homenagem, Clara… Saudades (2)Um apartamento, um homem, uma carta fechada em cima da mesa.
O normal é que fosse simples, festivo, jovial e encantador.O normal é que a vida estivesse recheada de sonhos e que se servissem sonhos na festa, pois havia a criança e tudo era novidade.

O normal é que o bolo sustentasse sem qualquer esforço as 25 velinhas. E tudo teria que ser diferente, pois em dezembro também é natal.

O normal é que o homem estivesse feliz. A criança também. E todos os amigos e familiares sorrissem juntos e trocassem presentes.

O normal é que houvesse tempo para as centenas de livros guardados na estante e no computador; para as centenas de músicas que se pretendia ouvir com a filha, principalmente as clássicas; para a dezena de planos que incluíam o crescimento, o casamento e a profissão.

O normal é que a vida continuasse desse jeito que a conhecemos, com alguns sustos, algumas dores, mas sem excessos, sem tumores. Sem essas abstrações que nos enchem de inquietação quando o assunto é a não-vida.

Como é lindo transcender!

Como é lindo construir moradas no paraíso!

Como é lindo descrever os céus!

Mas o normal, normal mesmo, é viver.

A não-vida é coisa para a literatura, para as ciências, o teatro. A não-vida serve a tudo, em qualquer dimensão, atende a tudo, menos à realidade. Essa nojenta, imperfeita e medíocre realidade que me faz palpitar, ter dor-de-barriga e chorar.

E eu choro agora porque é agora que está doendo. E porque, talvez, o possível reencontro transcendente seja apenas uma ilusão.E eu choro pela incerteza;Choro pela impotência;Choro pela menina que perdeu a mãe;

Choro pelo pulmão que não consegue respirar, pelo coração partido, pela não-vida;

Choro por mim e por aquele homem que deveria se vestir de papai-noel e presentear a menina, e que talvez até o faça, antes de voltar ao apartamento, se sentar à mesa e abrir a carta já tantas vezes lida.

Ao desdobrar a folha, seu olhar é imediatamente atraído para o seu centro. Lá, apenas uma palavra: Saudade.

Renato // Outubro 17, 2008 às 2:23 pm

Clara,

Que Deus a tenha. De onde você estiver, sei que está feliz em ver esse pedacinho seu aqui eternizado.
O projeto tem um toque seu, sempre terá. E a maior homenagem que podemos lhe prestar é dar-te a certeza que prosseguiremos. Por você, por nós.

*&ominique

Pessoal,

Poucos conheciam a Clara como ela era realmente, digo fisicamente. As fotos,
como ela mesma já tinha declarado, foram modificadas devido às perseguições
que ela sofreu aqui no ORKUT.

Clara era extremamente bonita, muito mais do que essas fotos dizem, e a pessoa
dentro daquele corpo e cujo rosto conhecemos, era simples, espiritualizada e
muito inteligente e especial. Lamentei a decisão de apagar a sua passagem pelo
ORKUT. Acho que e perfil deveria continuar mas, enfim, já aconteceu…

Nei Plawiak

…Convidei a Clara para ser minha amiga faz uns 15 dias, pois senti que ali havia uma pessoa especial, dona de uma profunda espiritualidade e extrema bondade. Só conversamos uma vez, quando ela foi na minha página desejar um bom final de semana, e eu retribuí a gentileza.

Não imaginava que estava com problemas de saúde, e fiquei chocado com a notícia.

Mas o que me consola, como espiritualista, é saber que nossa amiga está no rumo que merece, uma estrada que a levará a galgar as mais altas esferas da espiritualidade, e que seu coração sempre estará ao nosso lado.

Clara, nome da minha filha caçula, fique na PAZ, e continue esta pessoa iluminada que sempre demonstrou ser…

£uciano

Não sei o nome da música; não sei a música inteira; não sei o nome do conjunto; não sei o nome do poeta, nem a poesia inteira, mas sei os versos inesquecíveis…“Em algum lugar do tempo
Nós ainda estamos juntos,
Juntos estaremos sempre.”

Disguised

Luciano

.

A canção que você queria lembrar é esta!!!

Canção Da América
Milton Nascimento

Composição: Fernando Brant e Milton Nascimento

Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver o seu amigo partir

Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou

Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam “não”
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração

Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar.

A música está aqui

http://www.4shared.com/file/42142331/8896fd44/Milton_Nascimento_-_Cano_da_Amrica.html?s=1

E duvido que alguém consiga escutá-la sem ficar com os olhos marejados de lágrimas!!!

Khatya

Não sei oq dizer a não ser “sinto muito” … mas ela continua em algum lugar nesse vasto universo…Creio q a morte é só uma passagem … e gosto de acreditar q é para a Liberdade …Sinto Muito!!!
Bjks!!!

Guto

Amigos

Depois de alguns dias ausentes voltei hoje e me deparei com a partida da Clarinha.
Porém, lhes confesso que, para mim, morrer é tão natural quanto nascer… E traumático apenas para os que ficam.Sincera e tranquilamente não vejo a hora de me deparar com esse grande momento ( e favor fiquem felizes e façam festa, não luto)… Pois sei que prosseguirei minha quase infinita jornada evolutiva nas próximas realidades.
Não tenho a menor dúvida que nossa amiga Clara (xará da minha caçula) está muito melhor agora que antes e do que nos veremos em breve.

Peçamos ao Pai Criador que tão somente (os que não acreditam em um, enviem seu
pensamento positivo), retire “toda tristeza” – essa sim a verdadeira morte -, do coração dos que a amavam.

Até breve Clarinha.

_Ed-ek_

Toda vez que ouvimos a voz de alguém, observamos sua imagem, sentimos sua pele há neste instante uma troca de informação. Seja na energia mecânica das ondas sonoras, no infravermelho da emição de calor do nosso corpo ou na captação de fótos pelas células sensíveis presentes em nossos olhos.Então, mesmo que nossa mente nunca mais acesse esse conteúdo, ele eternamente fará parte de nossa memória, fará parte de nosso ser. Assim, não importa o grau de ligação, seja numa frase, em uma imagem, em um poema, em uma crônica, em uma discursão, em uma opinião, em uma palavra, em um sorriso ou no singelo som de sua voz, a Clara é parte e se tornará parte de todos aqueles onde qualquer informação sobre sua existência chegar. Com principal e maior grandesa nos laços de amizade plantados e colhidos por ela.Eu particularmente não tive o prazer de conhecê-la, mas disfrutei das informações contidas em alguns tópicos nesta comunidade. E este, em especial, fala por si só sobre todo o carinho e a grandiosidade do ser humano que a lembrança da Clara representa para todos que a conheciam.

O mundo perdeu mais uma grande mulher, mas o céu, paraíso, outro plano, outra vida ou seja lá como alguém deve chamar, ganhou mais um “anjo”.

Francisco

Um Mantra para Clara.

Tayata Gate Gate Paragate Parasamgate Bodhi Svaha.

Yonara

Faz tempo q
ue ando sumida desta comunidade, mais sempre que posso dou uma espiada, para averiguar o que os amigos andam conversando.
Fiquei triste em saber da morte da Clara.
Alguns dias atrás, procurei muito aqui entre os tópicos, uma postagem dela, era uma parábola sobre a verdade. Que a verdade tinha sido presenteada e no caminho tinha caído e se fragmentado, ficando cada um com uma parcela. Se alguém tiver guardado, gostaria muito de uma cópia.
à gente conhece muito mais um ser nessas postagem do orkut, do que se possa imaginar. Muito mais nas explanações de um pensamento, do que numa imagem ou som de uma voz.
Ela não precisou está presente fisicamente para se fazer ouvida, com suas citações e opiniões sinceras, deixou muitos ensinamentos, pena que foram apagados. Apagando seus ditos e escritos, morre também um registro do pensamento, deixando apenas a doce lembrança.

*&ominique


Hoje, uma semana

Provavelmente, hoje, a família da nossa Clara estará reunida em uma missa de sétimo dia. Proponho que nós, seus amigos, façamos, ao meio dia, um minuto de silêncio por ela. O novo avatar ficará durante o dia, tb em sua homenagem.

Clara, que amava os livros, faleceu aos 24 anos.

Hoje, quero respostar o conteúdo de um tópico “Crescimento Através das Perdas”, aberto pelo Herbert ou Herbertpodemumia:

Crescimento através das perdas

JUDITH VIORSTAs perdas são partes da vida. As perdas são importantes porque para crescer temos de perder, abandonar, desistir.A estrada de desenvolvimento humano é pavimentada com renuncia.

Durante toda a vida crescemos desistindo. Abrimos mão de alguns dos nossos mais profundos vínculos com pessoas muito queridas. Abrimos mão de alguns dos nossos mais profundos sonhos, relacionamentos, desejos, expectativas.

Temos de enfrentar o fato de que jamais seremos tudo que gostaríamos de ser. Que jamais teremos tudo que gostaríamos de ter.

Abrimos mão de algumas ilusões mais profundas sobre nós mesmos. Por mais inteligentes que sejamos, temos de perder.

Nós temos de concordar: perder é muito difícil e doloroso. Consideremos, entretanto, que só através das perdas nos tornamos seres humanos verdadeiros, plenamente desenvolvidos.

Na verdade, para compreendermos a vida, as nossas vidas, precisamos analisar como enfrentamos nossas perdas. As pessoas que somos e a vida que vivemos são determinadas pela maneira de enfrentamos nossas perdas.

Mas olhar para as perdas é ver como estão definitivamente ligadas ao crescimento, ao auspicioso Ganhar Perdendo, ao começo de uma vida com sabedoria.

Eustáquio,

Um homenagem mais do que merecida a Clara, pouco a conhecia, mas com certeza uma vida relativamente curta em questão de anos, não é de forma alguma carente de sentido e boas coisas, se percebermos com que velocidade as coisas vêm e vão, com que voracidade o tempo engole as coisas que o cercam, talvez não tenhamos a criteriosidade de perceber que uma pessoa tão jovem e tão plena deixa um legado humilde, mas de muito significado, nada pode parecer mais nobre e áureo do que deixar nos amigos bons sentimentos, boas lembranças, boas coisas a lembrar e isso não é só importante para o escritor de versos, para os nossos ecos de lembranças, isso é importante para que a vida continue, para que as coisas não pereçam, para que as belas pessoas, ainda que prematuramente nos deixando, se perpetuem, se equidistem de nós, a medida de nosso carinho e respeito, de nosso afeto sem par, assim as coisas conseguem ser lembradas como uma leve brisa a descansar no rosto de nossas lembranças!
Concluir não é fácil, dar fim a um verso ou a um elogio é por deveras penoso, ainda mais quando este traduz um sentido de uma pessoa especial, eu particularmente passei a admirar ao acompanhar de longe, não falei diretamente, mas aprendi a admirar em vida, e aprendi a alojar em minhas lembranças em morte, chamo-a de amiga com a mesma certeza que teria que seria caso pudéssemos conversar, apelo a via mais plena para isto, que é a minha sinceridade, deixo estas palavras como um pequeno desejo de que pessoas como a Clara não possam morrer aqui nem em nós, que alavanquem nossos mais recônditos pensamentos e nos dê além de força o privilégio de algo a nos segurar em todos os momentos, que lhe ofertemos sorrisos e lágrimas, saudade e certeza de que Um só é mil se for o melhor, e ao menos neste mais de mil desta comunidade ela é insubstituível.

La Luna

um minuto do meu silêncio e do meu amor incondicional pela Clara que, espero, valha pela eternidade.
a existência dela prossegue em outros planos. ela fez um upgrade de sua existência elevada e sua alma imortal permeia o universo e nossas vidas.
acima de tudo: a essência dela vive plena neste meio virtual, que não tem corpo e resiste ao tempo, sem forma, sem idade, sem vestígio de velhice.
nestes bytes, refletimos o que o amor. Palavras processadas à distância, cuja energia não conhece espaço nem tempo.
Estamos todos ligados e somos imortais. Clara vive.
Adeus, adeus, adeus.
Prefiro dizer: até logo. Até sempre.

Evandro

Um minuto de silêncio, de reflexão, de envio de nosso pensamento, nosso carinho, nosso amor por Clara, este ser tão doce e que deixa tamanha saudade…

João Sanches

Um minuto de silêncio, por amor, por agradecimento de te-la conhecido ainda que brevemente.

Disguised

Que desperdício!!!

.

Tão jovem, com o mundo pela frente, morrer de uma doença que ataca pessoas com mais idade…

Tem que ter alguma coisa kármica aí no meio!!!

Quantos canalhas que vivem até uma idade provecta!!!

Enfim, são os mistérios da vida, teremos saudades e boas lembranças dela!!!

Fernando

A Clara era uma daquelas raríssimas pessoas que passava aos outros imagem positiva. Conheci poucas pessoas assim, infelizmente. A maioria de nós tem opiniões geralmente agressivas sobre seus pontos de vista. Nessa internet, 99% das pessoas são agressivas. Donos da verdade.
Clara não estava nessa. Doce pessoa. Doce voz, não me esqueço da voz dela.
Ainda ontem rezei por ela.
saudade…

Lucia

Ontem, ao reler o Seth Speaks, lembrei da Clarinha…“Meu ambiente, agora, não é o único no qual você se encontrará imediatamente após a morte. Não consigo não falar humoristicamente, mas você precisa morrer muitas vezes antes de entrar nesse plano particular de existência. O NASCIMENTO É MUITO MAIS CHOCANTE QUE A MORTE. Às vezes quando você morre, você não percebe, mas o nascimento quase sempre implica num reconhecimento impetuoso e repentino. Assim, não há necessidade de temer a morte. E eu, que já morri mais vezes do que me preocupo contar, escrevo esse livro para lhe dizer isso.”Sinto que sofremos com a morte pq a comparamos com o nascimento. Nos tornar densos e viver nesse mundo coalhado de Zés Ninguéns, arrotando regras de comportamento e saber, certamente, é pior que morrer.

Vai fundo aeeee, Clarinha!!!

Não olha pra trás, não
Não olha pra trás, não

Segue a tua LUZ

Angel

Tchau, tchau, tchau Clarinha!

.

*&ominique

Roubet

Irmã Clara!
Ouvi suas declarações, senti as vibrações e
digo cinvicto, se possível for o entendimento.
O amor venceu.
Até breve.