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Crise? Que crise?
Era uma dondoca a senhora Janaína da Silva Reverbel, após de uma discussão com o marido. Ele era sócio majoritário de um banco de investimentos.
- Tá difícil – disse o Reverbel, o banco está em dificuldades, é a crise!
- Joubert! – Tenho que me manter na minha linha resolva seus problemas! – Ela chamou a babá Jandira, uma das bábas, a outra é a Neide, que cuidavam do Júnior de 3 anos, filho deles, disse que iria sair, – Cuidado lá na piscina. – disse – E à Neide, faça ele brincar com os brinquedos!
Chamou o segurança da família e se mandou para a Daslu! Sabem, aquela loja em Sampa que tem artigos importados da Ôropa!
Entrou no estacionamento da loja e pediu para o segurança acompanhá-la, afinal segurança é pra isso mesmo, alto, forte, de terno! Deu uma olhada nele! Hummmm é um tipão!
Só pensamento, esqueceu-se deste pensamento vulgar e entrou na loja!
Disse à recepcionista, mostrando seu cartão ultra mega ouro máster. – quero acabar com este desgraçado!

lá vai! Nunca voou tanto vestido de Dior e Valentim para experimentação!
Afinal se decidiu e saiu da loja, com o segurança carregado de sacolas e mais os atendentes da loja carregados, enchendo o carro. Nisso tocou seu celular.
-Alô?
- Oi é o Joubert!
- Fala amor!
- Amor! Tou te comunicando que o banco nosso quebrou, estamos falidos!
- Como assim? Se precisar quebro os bancos do carro, os governos deram segurança, disseram que iriam cobrir!
- Não é por aí! Estou viajando pra outro País com as duas babás e o Júnior, a casa é sua!
- Joubert? – …..( click )
- Janaína se encontrando, entendendo o que foi falado foi-se atinando ao novo fato, encostou a cabeça no segurança e chorou!
No motel, mostrou ao segurança suas lingeries e vestidos. Com toda sua vontade se deu!

Nas turbulências econômicas, um segurança sempre é um apoio!

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Tudo começou com o emergente

Alain Parré, empresário astuto, de grande visão comercial, havia perdido sua tranqüilidade a crise econômica chegara às suas lojas em Paris, onde agora vivia reunido com seus administradores e um consultor de empresa, deixara de lado, por enquanto, as viagens, as festas e aventuras de alcova. Olhou o rolex dourado no pulso e assustou-se com a hora, eram 23h00minhs, levantou-se da mesa de trabalho, dirigiu-se a saída do Escritório Central, entrou no elevador e desceu a garagem. Dirigindo-se para seu caro notou uma bela mulher as voltas com seu Citroen, acompanhada do vigia que o notou e chamou-o: Sr. Parré, pode ajudar a Srta. Dubois? Alain se aproximou e não pode deixar de notar a bela mulher a sua frente com um sorriso cativante, dona de um belo corpo e muito feminina, de invejável estampa e notou seus seios rijos que o decote generoso mostrava como se fosse saltar da roupa. Monique Dubois olhou para aquele homem ligeiramente moreno claro de olhos verdes, talvez filho de mouros com franceses, altamente estimulante sua figura, másculo de traços firmes e olhar penetrante. Alain disse: Bem é melhor deixar seu carro aqui mesmo e resolver amanha, terei prazer em Le vala aonde quiser. Entraram no carro de Alain e sumiram na porta da garagem do prédio.

A conversa ia solta aos risos, Alain era inteligente bem humorado de boa conversa, denotava-se ser imprevisível e meio sem vergonha. Monique Dona de um escritório de advogados, emergente na sociedade conversava alegre e interessada imensamente naquele homem, que a fascinava e a recíproca era verdadeira. pararam para tomar uns drinks, travaram conhecimento e amizade, talvez mais. Saíram e dirigiram-se ao apartamento de Monique que era ali no centro de Paris, ao entrarem Alain não suportou mal fechara a porta, arrebatou-a em seus braços e beijou-a apaixonadamente, parecia começar ali naquele instante uma história de amor. Monique Dubois sentiu uma onda de prazer e satisfação percorrer seu corpo, retribuiu o beijo e sentiu o calor de suas línguas que tocavam apaixonadamente e voluptuosamente, sabia que ali estava o amor de sua vida, sentiu que embora guardado, algo volumoso tocava seu ventre insistentemente. Enquanto Alain Parré percorria seu corpo em carícias, a noite ia ser longa e prazeiroza, ela movimentou sua mao até o meio das pernas de Alain Parré e vigorosamente segurou e apertou sentindo um tremor na sua mao, o emergente dele.

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A bolsa, a vida, o ladrão… Não!
Tempos de crise real, que vitima,
De amor sobrenatural a escapar
Da sanha fatal, pelos deu$e$ de então.
Crise econômica rica, cômica,
De valores que aqui não cabem.
Nem emergentes sabem,
O que fazer, porque, quando,
Onde meter-se, chorando,
Até que passe isso tudo.
Tal qual sorri sério o mudo
Nesse mundo tão sem dó,
Batem corações rítmicos, ricos,
Na pobreza ideal, surreal,
Pelos modos imundos deles,
Governantes, banqueiros, pulhas,
A pôr pilhas no…, ali, contudo;
Até meu dinheiro é corrupto, entulho,
E eu não saio com medo, eu não!