Paixão.Conheci a Veneza dos apaixonados, pelas pontes recifences Frases em penumbra ecoam Nesse reduto de luzes amarelas Embriagada de sonhos Embora vã beleza encha os olhos Embaixo da ponte a paixão se sucumbi a fenecer em vento. Thayse Dantas
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Decompaixação: P – além de simples letra do alfabeto, expressão miguxótica de gaiatice de ponta de língua que se mostra no canto esquerdo da boca… Pa – pá ou pã, ferramenta usada no campo e na cidade, ou divindade que cuida dos rebanhos para que não deixem de se multiplicar… Pai – do céu invocado sempre, da terra invocado por vezes, bons, maus, presentes, ausentes, casados, solteiros, até mesmo gays… Paix – paz, no lindíssimo idioma de Racine; ademais de esperada sempre, nem sempre alcançada ou perene, mas sempre “très chic”… Paixã – absolutamente nada, até onde eu o saiba… Paixão – tudo, confesse-o você!
Evandro
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| Tendência a ficar,
As coisas vão, Parado, passado. Força que vence a si mesmo, Ausência sentimental,
O Seta
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Paixão é vinho ocre cintilando no copo, é o vermelho vivo hébrio de nossos desejos, entorpecimento consentido de nosso ego inflado. Aos amantes o que se compara a chama, estopim de química sobrepujando a pele e desafiando a razão. É o comparar-se euforicamente a um espelho de metal polido que apenas retrata o semblante sem a nitidez de traços. Tudo como se fosse um enorme emaranhado de fitas soltas que juntamos uma a uma em nossas mãos acreditando estarmos presos a um cordel que nos levará até o final do arco-íris, lá onde moram as fadas e todos os entes habitantes de nossos sonhos. Que mal há em tirar de seus minutos finitos nesse mundo tão caoticamente perdido, tão forçosamente atrasado e, estar apaixonado sendo o senhor de felicidades que podem mostrarmos os humanos mais humanos aquilo que ele acredita ser? Faz mal estar enamorado ou escutar sinos e ver estrelas na cor fucsia pousarem delicadamente na palma de suas mãos? A paixão é na sua sabedoria a inteligente forma de soberania em mostrar com ridículos somos ao viver em prismas opostos de razão e emoção. Não condiz com grandes gênios olharem em seu rol de pessoas queridos a emoção tão exposta de nossos sentimentos. Quando se sorri sozinho ou na calada da noite faz um desenho supostamente real do nome do amante acreditado que o papel perpetuará o que a consciência já repete freneticamente em símbolos talvez ainda não estudados. Essa magia, ( seria esse o nome certo?) para os momentos de pura abstração do feio, do cinza e do inefável que nos conduz a nossa mais animalesca e primitiva forma de viver e nos atira na cara nossa fragilidade de espécie que insistem em rosnar como cães raivosos. Os brutos se apaixonam, se despem,se debruçam e fazem cócegas nas suas mãos as vezes embebidas de ódio e de lamentações. Paixão não sendo analisada pelo bom ou pelo mau, mas na sua arte de fazer as vezes um tolo tornar-se um ser amado.
É ela o verniz que alimenta os olhos dos que se entregam as luxúrias, delírios e ao animal humano. Sendo da sobrevivência à ela o resultado de uma guerra dantesca que faz brotar o mais poderoso dos sentimentos….desde de que persistamos em não nos contentar com o brilho simples do verniz. M Soleni.
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PaixãoUMA CONVERSA MALUCA… - Boa noite, Paixão! (Cai o pano)
Clara
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Te Amo te amo como amam os tolos te amo como amam te amo como poeta frustrado e o que mais sou eu nunca um verso meu há de merecer-te como um tolo apaixonado te amo. Te amo além do amor te amo além do além
Lucas
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Oi Paixão!Bom dia, querida. Boa tarde, Paixão! Boa noite, Paixão! Boa madrugada, Paixão. Um dia voltarei, Paixão!
Clara
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1 comentário
Feed de comentários deste artigo
setembro 29, 2008 às 1:54 pm
projeto7dias
Meu! esse blog é o Ó….
não consigo formatar os textos nele, pelo amor de deus
kkkkk