João Sanches
Deu pau!
Desabafo!
Os últimos sete dias foram de tal forma inusitados, que devem ser definitivamente apagados da minha memória.
Começou na segunda feira retrasada, quando me deu um mau jeito na coluna, ao carregar o carro com tensores de forma. Tudo bem que já tive este problema antes, marquei consulta com o médico na tarde deste dia, me examinou, receitou o antiinflamatório e se caso não melhorar, consultar um quiroprático. Na terça já estava melhor, pouca dor na coluna, mas puxando a perna esquerda. Já no escritório me veio a primeira notícia pelo telefone:
- Zelador do meu prédio: “Seu João estou em frente do seu apto e estou sentindo um cheiro de queimado……posso entrar?”
- João: “Claro, entra logo” – e aí fiquei tentando lembrar…!!!! Karái! Esqueci de tomar o leite e deixei o fogão aceso…
- Zelador: “Seu João…!”
- João : ” Já sei, deixei o leite no fogo, né mesmo?”
- Zelador: “Isso mesmo, e a caneca já era……”
- João: “Tudo bem, à noite passo no super e compro outra, obrigado pela ajuda.”
- Zelador: “Não tem de quê seu João, mas se passar no super, compre também outra tábua de passar roupa…..”
- João: “?????????????!!!!!!!!!!!!!!”
-Zelador: “…esta aqui já era, o sr. também esqueceu o ferro ligado!”
Merde! Tá dando pau na minha cabeça pensei comigo, mas enfim…vamo qui vamos.
Na quarta feira, acordei mal, a dor na coluna aumentou a nível do quase insuportável e já no escritório, marquei consulta com o quiroprático. Aí veio a segunda notícia pelo telefone, era da casa de repouso (muito boa por sinal) onde está a minha mãe, informando que eu havia comprado o remédio certo, mas na embalagem errada, tinha que ser em comprimido e não drágeas. Putz….minha cabeça tá dando pau mesmo, com a coluna pegando fogo, fui à farmácia e comprei o remédio certo ( só uns $247,30) e despachei via moto boy. À tarde fui ao quiroprático e ele num “track” colocou a coluna no lugar, puta alívio.
Na quinta logo cedo, apesar de umas cagadas da obra me sentia muito bem, tanto que fui ajudar a colocar as latas de tinta no carro e não deu outra….”destrack”, lá se foi a coluna de novo!
Não sei como cheguei no escritório, liguei pro éfedapê do quiro, mas infelizmente, ele viajou, consulta só no dia seguinte de manhã…….. táqueupari, agüentar a dor mais 24 horas!!!! Suava só de pensar, mas não bastava não, atendi uma ligação da administradora do meu cartão de crédito perguntando se eu estava fazendo a despesa de $$$$$$$$$ reais em uma loja no shopping de Campinas!!! Claro que não confirmei, usei meu cartão na padaria da esquina pra tomar um café com pão de queijo, e logo em meia hora estaria em Campinas? Avisaram que meu cartão foi clonado, a administradora tomou providências e infelizmente só vou receber o novo cartão dentro de no máximo dez dias, o antigo deu pau e está sendo cancelado. Beleza pensei, agora pra pagar só no cacau, mas vamo qui vamos.
Na sexta de manhã, depois de uma noite mal dormida no escritório para adiantar o serviço (lá tem cama, travesseiro, lençol, cobertor, baratas e nada de mulher), chamei o táxi e fui ao quiro. O cara mexe aqui, empurra pra lá, puxa pra cá, entorta acolá …e no final decreta:
-Quiro: “Agora não tem condições, o sr distendeu o tendão da (sei lá que vértebra) e está inflamado, além de que o nervo ciático está fora de lugar, vou te dar uma injeção para relaxar a musculatura, compre este remédio na farmácia, vá para casa , tome banho quente três vezes por dia e o mais importante! Repouso absoluto na cama. Volte na segunda feira às sete horas, para colocar a vértebra no lugar.”
- João: (Em pânico absoluto) “Segunda feira? Tá louco? Bebeu? Como vou agüentar a dor por mais três dias inteiros? Não dá pra dar um jeito?”
- Quiro: (Com a cara impassível de um Buda em estado alfa, afinal é japonês!) – “É necessário, pelo estado em que a sua coluna está neste momento qualquer coisa que fizer, pode lesar o nervo. E jeito tem, mas exige hospital, anestesia e bisturi!”.
Conformado, fui pra casa! Tomei o banho, o remédio que ele receitou e deitei na cama, pensando em passar o tempo zapeando a TVA a cabo. Má quê? Má quê? Sem sinal? Deu pau? Deu! Merde! Merde! Merde! E o telefone sem fio na sala a uma distancia insuportavelmente quilométrica para uma pessoa no meu estado. De novo em pânico absoluto comecei a checar meu kit de sobrevivência urbana que tinha ao alcance das mãos; som, celular com bateria fraca, carregador de celular, cigarro, isqueiro, três livros já lidos, um litro de água gelada, um litro de leite, um bom bocado de ovo de páscoa, remédios e várias revistas antigas, um inacessível CP Windows 2000 plugado na telefônica no outro quarto, só faltava mesmo o penico, mas podia usar o recipiente do leite. Bom, pensei, não estou tão mal assim, mesmo porque a arrumadeira chega por volta das 14:00 hs e ela pode preparar meu almoço. É só uma questão de paciência e vamo qui vamos.
Resumindo o fim de semana, após um help para minhas filhas, elas vieram, abasteceram de comestíveis a geladeira etílica, fizeram o almoço, a mãe delas me ajudou a tomar o banho, me deram o livro Xogum para ajudar a passar o tempo e na segunda me levaram, já sem tanta dor ao quiro, que novamente deu o “track”, recolocando a coluna e o nervo no lugar. Maravilha! Voltei a ser senhor do meu próprio corpo de novo, eita sensação boa! Seguindo o conselho do santo quiro, voltei pra casa e dormi! Dormi, quase vinte horas seguidas.
Na terça passada voltei ao escritório, numa boa, louco para ver o resultado das concorrências que participamos via Internet e também o relatório, medição e imagens das obras novas;
- Emersom (o comprador): – “E aí cara está melhor? Tá sarado?”.
- João: “Bem melhor! Tou novo, nem te conto o que aconteceu, parece que deu pau em tudo na semana passada!”
- Emersom: “Engraçado você falar nisso! Aqui, deu pau em tudo ontem”
-João: (Já ressabiado, adivinhando a resposta) – “Fala! O quê aconteceu?”
- Emersom: (Respondendo, procurando deixar a mesa entre ele e eu) – “Para começar, na tempestade de sábado deve ter caído um raio na rede de telefone e queimou o PABX, o técnico vem hoje, na obra deu pau na rede elétrica queimando o motor dos dois bambolês (máquinas alisadoras de piso de concreto de quadra) durante a concretagem e…”
- João: “ê ?……….”
-Emersom: “Deu pau também no troço do Speedy lá do seu servidor, e parece que o servidor não inicia o Windows, o técnico já veio, levou e só devolve amanhã ou depois!” (saindo disfarçadamente para o banheiro)
- João: “……………………………………………………………………..”
Estou em sérias dúvidas!
Desço pra praia, tomo um banho de mar com sal grosso e mando uma oferenda pra Janaína? Ou espero chegar o dia nove, viaduto Sta. Efigênia, sair levantando a tampa do bueiro e ficar diante do Papamóvel para pedir a benção do Papa?
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MARCIA SOLENE
“Oh Céus…óh vida…óh azar”
Hoje é um dia de inferno, não consigo escrever nada decente que dirá sobre coisas que dão errado. Que coisas? Quais delas? Todo uma vida resumida pra vocês.
Seres invisíveis que tipo de pestes rondam a minha vida? Não imagino algo tão torpe quanto a ironia que têm feito a mim.
Azar….muito azar… ou a falta de sorte…para os eufemistas de plantão.
Aos cinco anos eu ganhei uma boneca sem a cabeça ( não riam) o que acontece é que morava na casa em frente, um sobrado de 3 andares, deixou por descuido cair a boneca no meio da rua, lá de cima da sacada. E …plafthhhhhhhh a cabeça foi literalmente esmagada. Mas o corpinho ficou intacto, então era me deu. E eu fui pra casa, bem “a la Mortícia”com meu brinquedo “semi-novo”. A cena não era das melhores, um toco de gente com uma boneca quase do seu tamanho e sem a cabeça. Me perguntaram: “Quem te deu isso, onde está a cabeça?” ( emudeci ) Dez minutos após eu respondi q a cabeça vinha depois ( não riam, eu já pedi).
Existia nos idos um brinquedinho que não sei se muitos vão lembrar, mas era uma espécie de lousa com um mecanismo de apagar o que escrevia, possuía uma tinta rosa e vinha com uma espécie de caneta sem tinta apenas para marcar…então…eu tive a brilhante idéia de fazer um destes pra mim.
Tinha umas temperas em casa e eu misturei tudo e ficou uma cor chucrute podre e coloquei numa prancheta velha e estiquei um plástico em cima. ( eu tenho cuca pelo menos). Tudo ia muito bem…até que eu vi que a cor tava muito caganeira e precisava melhorar a patente… então eu pequei um kisuco de uva e misturei o pó a tinta … a cor não melhorou, entoa eu pensei em por um pouco de vinho ( ahá a cor ficaria melhor)… testei e testei e até q deu certo, escrevia e apagava usando uma cartolina de vai e vem. Só que não deu muito certo eu ir na vizinhança com aquilo….pra começar era feio, colado sinistramente e com aquela cor ainda que ” deos o salve eternamente.” Só que o troço por ter vinho, exposto ao sol, começou a feder ( poxa, pedi pra não rir) e daí a gozação foi geral… vim eu com meu invento fétido pra casa criei um SOS lá com meus irmãos, que nem em peidos sonhariam ter tal catinga exalada.
Então veio a época do pirocóptero… era simples, barato e qualquer criança tinha, era só comprar um pirulito chicle. Eu não tinha!!!!! Como resolver isso?
Peguei um palito feito de galho de arvore que eu lasquei até ficar branquinho e coloquei nele preso com arame asas de borboleta de um broche veio que eu achei lá nas coisas da vó.
E…me fui à rua! Não preciso dizer que fui a sensação do bairro… neguinho me apontava e ria… Desisti….
Então quando eu achava que um dia eu ia acertar …veio o lance até que eu fiz algo que terminou com tudo que podia me eleger uma pessoa que estava a frente de seu tempo ( atrás, quando não se está na crista da onda ou moda)… o dia que eu errei com todas as letras o meu próprio nome.
Mas como disse, as coisas deram errado a tanto tempo que essa vai ficar pra outra hora.
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João Sanches
Destemperos!
Juciomara, tinha teus destemperos! Mas era apaixonada! Brigou com o namô e reataram! Arrumaram suas trasqueiras e resolveram morar juntos.
Ela fazia as unhas de senhoras do bairro, muito bem tratada e muito boa no seu office ! Clientela particular que adquiriu durante os três anos na ativa! – Falem com a Jú , ela é ótima e de boa conversa – Juciomara tinha estrada boa com as dondocas do bairro alto da cidade!
Mas tinha um marido ciumento! O Josevaldo, carpinteiro da região, carpintaria era com ele, tinha praticamente todas as chaves do povo, é honesto conhecia todo mundo! Mas ele não entendia quando ela demorava às vezes!
- Você demorou a chegar! Fiquei sem a janta! – Dizia ele.
- Tinha arroz e feijão na geladeira! Bastava fritar o bife e o ovo! – dizia Juciomara!
- Mas você que tinha que estar aqui, para preparar a janta!
Juciomara começou a perceber o encosto do namorado quando não tinha serviço e lá vê ele tomando sua cervejinha e abrindo os pacotinhos de batatas fritas lá no sofá, comprado a prestações de 36 mêses! E arrotando! Os peidos dele, então são trombonescos! Tem vergonha dos vizinhos escutarem! É um cenário broxante!
Dia seguinte foi a uma senhora que iria se depilar as axilas! Ela não gostava muito disso, mas, teria que depilar e pinçar pelos da xoxota de outra, mais enfim! Grana é grana!
Depois da depilação, estava guardando seu equipamento, quando chegou o marido da cliente, é engenheiro e muito bem na grana – Esta fazendo curso de economista! Disse a cliente – Perguntou se poderia depilar a virilha do marido, afinal, não agüentava aqueles pentelhos entre os dentes após uma relação com ele!
-Não senhora – Disse Juciomara – Nunca fiz depilação em homem!
- Pô Juci – disse a cliente faz um favor pra mim – só desta vez, não consigo agüentar os pentelhos deste homem! Afinal cedeu, uma graninha a mais vai bem! – Mas preciso ligar pra casa que vou demorar!
- Ligou! – Ou benhê tenho que fazer mais uma depilação vou demorar um pouco! – Josevaldo se enfezou, pô Jú tou com fome, onde estás?
- Juciomara sem saber que falar, disse que estava depilando a Dona Neide, aquela vizinha do prédio acima! Nisso, desligou o cel!
Josevaldo meio assim, com pulga atrás da orelha, sabia que a senhora Neide não era assim uma senhora, sabia disso quando foi montar os beliches no apto dela e trocar as fechaduras! Safada ela era isso sim adora dar a bundinha! Tinha a chave mestra do apto dela!
Josevaldo, tomou o rumo do prédio e como era conhecido dos porteiros, o deixaram subir. Pos a chave na fechadura e viu sua Juciomara botando a mão em um pênis alheio, bafafá formado, polícia chamada, olhos roxos, desconfianças formadas, casamentos futuros desfeitos!
Tem dias que de noite é assim!
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Seta
Hoje acordei decidido a escrever a mais linda carta de amor, para minha adorada, que sem nenhum “porém”, simplesmente me deixou.
Estava concretizado em minha torpe mente, nada nem ninguém me afastaria daqui antes de finalizar minha missão.
Mas o acaso é irônico, me pregou logo cedo o primeiro artifício, havia acabado o café. Não sei escrever se não for banhado a baldes de café, e não posso sair para comprá-lo antes de findar minha carta. E esse dilema se cunhou em meu pensamento como uma punição dos deuses para afastar-me de meus desígnios.
Lutei contra meu vício como Dom Quixote contra seus moinhos, e ao rabiscar minhas primeiras palavras eis que escuto aquele som:
“ “
Sim, de repente o nada. Nem um zumbidinho sequer. Eu começava a suar ao não entender aquilo, e passei a entrar em pânico, achava que tinha sido levado a um plano superior.
Haveria eu morrido de amor? Pensava eu com meus botões. Ou ainda imaginava a possibilidade de estar prestes a ter uma revelação, algo sobrenatural, não é normal em meu apartamento eu estar escorrendo suor.
Quando escutei aquela batida na porta, o medo me tomou por completo, algo estava errado, se fosse uma simples visita tocaria a campaninha. Pensei em me esconder, mas me enchi de coragem e fui descobrir o meu destino.
- Dotor, o pessual da companhia elétrica ta ai na frente fazendo manutenção, e como você é um dos pocos que tão em casa, decidi avisar que a lúiz só volta no finá da tarde.
Eu dei uma bela gargalhada que o pobre porteiro, o Ceará (não sei por que do vulgo se na realidade ele era baiano), não entendeu nada. Mas me recompus e questionei de como poderíamos passar um dia todo sem luz. Foi quando me dei conta de que já era a hora do almoço, estava atrasado para o trabalho, minha empreitada havia consumido já toda minha manhã.
Escutei o telefone tocando pedi licença ao Ceará e me dirigi para atender, ainda dando boas risadas de me tocar que o silêncio súbito e o calor eram conseqüência do desligamento do ar condicionado.
-Você acha que pode vir trabalhar só quando quiser? Não tolero faltas sem aviso, você está demitido, tuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu.
Meu patrão sempre foi assim, deve ter sido meu primeiro pensamento assim que me dei conta das horas, mas agora firme e concentrado, sem outros deveres vou terminar minha carta. Preciso recuperar minha amada.
Cada boa lembrança uma metáfora, cada beijo seu um doce que penetrava minha alma, cada traço de seu corpo uma linda e inesquecível paisagem, tudo relacionado à nossa história, a vida de nosso amor.
Enfim, acabou, está ótima, ela ira chorar quando ler, tenho certeza, irá se atirar em meus braços e recuperar cada sentimento perdido em algum lugar.
Ao realizar a ultima leitura em busca dos últimos retoques necessários novamente toca o telefone. Logo penso no que mais poderia me acontecer hoje a caminho de atendê-lo.
-Amor? É você? Descobri que não sei mais viver sem você! Me perdoa o abandono, volta pra mim ainda dá tempo.
-Ok querida! Está tudo bem, te pego as oito e vamos sair para conversar e nos acertar, beijo grade. Tchau.
-Tchau, até já.
Amassando o papel com o poema não posso deixar de rir:
Tem dia que tudo dá errado.



1 comentário
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agosto 17, 2009 às 11:33 am
karine
oi marcia estou aqui para desabafa com vode porque nao tenho ninguem para conversar… tenho 15 anos, moro no recife,e tenho minha familia sempre por perto mais meus familiares sao muitos rigorosos e arogante? comercei a namorar meu primeiro garoto e todos da minha familia se negaram a aceitar dizendo que eu era muito nova e criança,mais eu nao achava isso minha mae sempre teve muito cuidado de me deixar com ele sozinha em casa para nao acontece auguma coisa entre nos dois mais um belo dia ela sai dai eu o chamei para minha casa ele foi logico pessou que minha mae estiverse em casa mais quando ele chegou viu que ela nao estava,ele me perguntou a onde estar a sua mae e eu disse ela saiu e so voltarar amanha ele olhou pra mim com uma cara e disse entao ta? dai agente comelou a ficar quando o clima esquentou ate que nos tranzamos ele se apavorou ele disse nossa como agente vai contar a sua mae ela vai te tirar de casa e nao vai apoiar mais o nosso namoro dai eu falei calma ela nao vai descubrir e so agente agir normalmente que minha mae e uma tola mais ele me disse que ia dizer a ela eu disse que nao precisava que eu mesma iria falar mais ele exigio a sua presença comigo e ela ai foi quando eu me apavori e disse que nao iria contar que ela iria me matar e nao ia mais me aceitar em casa pois eu apenas so tinha14 anos eu era e sou uma menina dai fiquei com medo de dizer mais ele ensistiu entao chegou o grande dia em uma sexta-feira de março tudo bem minha mae chegou ai foi a hora da verdade falamos e eu ja sabia a reaçao dela gritar ela me bateu fez escandalos mais nao me tirou de casa dai fiquei aliviada por que se ela me espusase eu iria para onde mais ela com os olhos chei de lagrimas me pedio que eu nao fisese mais isso eu disse que nunca mais ia se repetir mais foi mentira aconteceu varias vezes mis depois de um certo tempo eu quiz engravidar porque depois de tranzar com ele, ele queria me deixar eu o amava demaiseu quiz seguralo pelo que ele mais queria um filho mais nao conseguir ter cheguei a nao tomar meu redio a furara a camisinha mais de nada adiantou dai chegou o grande dia da separaçao e eu disgostosa achando que era esterio que eu era seca chorei e enprorei dizendo que queria um filho dele mais ele disse eu nao quero nada seu nem mesmo um filho eu chorei muito meu mundo tiha acabado alem do que ele me fez mulher mis depoi de augum meses descobrir que a ex sele estava gravida de dois meses ai foi que minha suspeita de ser esterio aumentou mais ao passa dos anos arrumei outro namorado que me fez feliz ai aconteceu a mesma coisa eu tentei ficar gravida dele mais nao conseguir dai desistir definitivamente mais para minha grande surpresa comesei a enjoar, a ter tonturas ai fiz um ensame de gravides descobrir que tava gravida com 15 anos mais nao quiz nem sabe ai quando eu disse que estava gravida para o bernardo ele me disse que nao estava preparado para ser pai mais eu sisse tambem nao estou preparada para ser mae mais gostei da ideia mais tinha um porem eu nao sabia que ele era um mostro ele mandou eu tira aquela criança por qu eele disse que era muito novo poxa ele tem 19 anos e tenho 15 quem e mais novo na historia eu disse a minha mae que estava gravida e ela so faltou me matar e gritou mandando eu tirar eu disse que nao ia e ele disse que eu ia fazer aquilo sim porque era para o bem de todos mais quem errou nao foi so eu ele queria tranzar sem camisinha ai deu no que deu eu ja queria e ele colaborou ai passou o segundo mes de gestaçao ai eu vir que estava sendo precionada e que eu tinha que tirar aquele filho que eu tanto queria entao tirei sofrir e chorei sabe porque eles nam me perguntaram se eu queria aquela criança ou nao poxa eu me sentir invalida meu amor pelo bernardo foi acabando quando ele descobriu que eu estava gravida ele me abandonou nao ia mais me ver na minha casa nao procurava saber como eu estava o como o bebe estava se o bebe estava bem se eu estava me alimentando corretamente nao ele simplismenta disse que nao queria nem saber e que ele tinha que curtir a sua vida e nao se preucupar com filho ele sempre me disse filho e responsabilidade mais ele tinha que olhar que eu nao fiz aquele filho sozinha ele foi o mair colaborador afinal o esperma vem de quem vem dele entao eu nao fiz so entao eu sentis nojo e raiva dele o amor que eu sentia acabou entao resolvir dizer isso a elecheguei e disse que ele era um egoista que so pensava nele e em mais ninguem que ele nao significava mais nada para mim e ele chorou mais as suas lagrimas nao me converseu de nada entao fiz oque meu coraçao mandou ainda conversei com uma amiga e ela disse que era para mim seguir meu coraçao e nao meu pensamento disse que se o amase eu teria que o perdua-lo mais perdao nao vinha na minha casa e terminei mesmo hoje tenho nojo dele e nao quero que ele ma procure e levo no meu pensamento o erro de ter tirado meu filho espero que deus nao me castigue que desejo o perdao dele e agora eu so quero um filho quando arrumar o rapaz certo que case comigo eme der um nome mais eu nunca vou esquecer do dia em que tirei meu filho era para mim ter deixado e cuidar dele sozinha e nao depender de bernardo para nada pois tenhor mao e braços que papai do ceu me deu meu filho nao ia me atrapalhar de estudar eu continuaria estudando e pra onde eu fosse eu ia leva-lo espero que seja perdoada e queria que ele voltase para mim para mim me vingar dele nao de uma forma tragica mais sim uma coisa que ele se lembrase para sempre… agora eu sei oque e perde uma pessoa que vc ama sem aumenos a conhecer…